Dez dicas fundamentais para quem vai de Erasmus Dez dicas fundamentais para quem vai de Erasmus

Dez dicas fundamentais para quem vai de Erasmus

Estudar no estrangeiro é o sonho da maioria dos universitários, mas pode virar um pesadelo, por isso não parta sem ler estas dicas que aqui deixamos.


Publicado em 25-Ago-2021

Ir de Erasmus pode ser uma experiência académica impressionante. Estudar num país diferente, conhecer alunos vindos de toda a Europa e de realidades diferentes. Pode ser marco no desenvolvimento pessoal, e até redefinir o futuro profissional, mas também pode ser uma experiência angustiante e assustadora – sobretudo se não for bem planeada. Estas 10 dicas não só vão evitar muitos erros, como ajudar tirar o máximo partido da experiência. Para que as memórias sejam (quase) todas boas

1. Procurar alojamento

Depois da universidade, é obviamente a escolha mais importante. Há duas opções comuns para quem vai de Erasmus: ficar numa residência universitária ou alugar quarto numa casa. A primeira é geralmente a preferida, até pela conveniência e pelo custo inferior (ou pelas festas, dizem), mas nem sempre é a mais fácil de conseguir. Nessa altura, recorre-se ao alojamento numa casa, em quarto individual ou partilhado, porque nalgumas cidades o custo de vida é realmente alto. Convém ter muito cuidado nesta escolha, porque vigaristas há em todo o lado e estes estão desejosos de apanhar estudantes. Mesmo em sites como o Uniplaces, Erasmusu (especializado em alojamentos para estudantes), Airbnb, e outros igualmente reconhecidos, podem surgir casas falsas. Desconfie sempre de grandes “achados” e pesquise as fotos no Google. Ainda assim, todos estes sites funcionam como mediador e serão sempre preferíveis a listagens no Facebook ou anúncios individuais.

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2. Procurar alojamento – Parte II

Preparem-se para passar muitas horas em frente a um computador a pesquisar alojamentos – e devem começar o quanto antes, mesmo que ainda não existam muitas listagens para a época em questão. Nada de escolher a primeira casa que encontrarem, obviamente, mas também não esperem demasiado ou arriscam-se a ficar com os locais mais caros ou mais longe daquilo que procuravam. Depois de fazer uma boa ideia da realidade, lembrem-se do ditado “mais vale um pássaro na mão…” e não arrastem a decisão. A localização é fundamental, claro: numa zona segura, no centro da cidade, perto da universidade ou, pelo menos, bem servida de transportes públicos. Last, but not least: verifique bem tudo o que está incluído nas contas ou se tem de pagar os serviços básicos, como água, luz, wi-fi ou gás à parte. Será sempre preferível que estas despesas já estejam incluídas.

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3. Custo de vida

Estudar na Dinamarca, por exemplo, não é exatamente o mesmo do que estudar na República Checa. O custo médio de vida varia muito de cidade para cidade, e as bolsas de Erasmus até já estão divididas por três grupos – com o primeiro a valer mais 100 euros do que o terceiro –, precisamente por reconhecerem essas realidades distintas. Felizmente existem alguns sites que dão uma ajuda preciosa sobre o valor necessário para se viver em determinada cidade, como é o caso do Expatistan, no qual não só encontra informações básicas como o custo médio de um menu do dia num restaurante, de um quilo de batatas no supermercado, ou do aluguer mensal de um estúdio, como também pode comparar essas informações com o custo na sua cidade.

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4. Procure conhecer o idioma do país de acolhimento

Sim, é verdade que as aulas serão muito provavelmente em inglês, e que a maioria dos amigos que farão também estão a estudar em Erasmus, mas será muito mais fácil para se orientar e tratar com os locai  se conhecer os básicos da língua do país. Para isso, procure cursos de línguas online, pode ser que a sua própria universidade os ofereça. 

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5. Contas certas, com certeza

A gestão do dinheiro – não será demais salientar – é absolutamente fundamental. Não se trata apenas de ter cuidado com os gastos, porque é preciso não esquecer que estamos num país diferente, e será muito provavelmente necessário receber dinheiro vindo de casa, pagar com cartão nas lojas, levantar dinheiro nas caixas automáticas, e por aí fora. Muitas instituições cobram comissões por estas operações e, por isso, é fundamental escolher uma conta mais adequada, como a Conta Unibanco, que não só não cobra comissões como não tem custos nos pagamentos nem nos levantamentos em dinheiro. Permite também o pagamento por débito direto da renda (para nunca falhar com esta obrigação) e receber dinheiro por MB Way, transferência bancária, e até por pagamento de serviços (entidade/referência tal como se paga a conta do telemóvel, por exemplo). Assim é muito mais fácil receber a mesada vinda dos pais, e ainda pedir um dinheiro extra aos avós, tios, ao padrinho, e até ao periquito, se for um “asas-largas”…
E através da app é muito simples acompanhar todos os gastos e gerir o dinheiro de uma forma muito mais fácil.

6. Faça as malas, não a casa

É verdade que é muito tempo fora – e que nunca se sabe bem o que se vai precisar, mas não vale a pena levar a casa inteira às costas, feito caracol. Até porque o excesso de bagagem nas companhias aéreas não é barato e possivelmente ainda terão um longo caminho entre o aeroporto e chegar a casa. Uma vez instalados podem sempre pedir que enviem mais algumas coisas.

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7. Saco-cama

Esqueça os lençóis na mala e opte antes por um saco-cama. Se for necessário, logo compra. Para já, um saco-cama é muito mais prático, e pode ainda revelar-se mais útil no futuro. Por exemplo: se a cidade for muito fria, serve como roupa extra de cama. Se for de viagem – e puder ficar em casa de amigos –, vem mesmo a calhar. Idem se estiver a acolher alguém em sua casa. Mais do que funcional, é multifuncional.

8.  Medicação

A maioria dos medicamentos varia o nome de país para país. Logo pode tornar-se uma dor de cabeça ainda maior explicar que se deseja um benuron ao farmacêutico. Assim, um kit de primeiros socorros é essencial e o melhor será marcar uma consulta antes de ir, para explicar a situação ao médico. Fundamental, obviamente, para quem faz algum tipo de medicação específica. Nos primeiros dias após a chegada, convém perceber também onde recorrer em caso de necessidade, porque depois pode ser tarde demais.

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9. Seja saudável e… poupado

Se a universidade for suficientemente próxima de casa, pode ir a pé para as aulas, em vez de apanhar – e pagar – um transporte público. Andar ainda é a forma mais barata e saudável de nos deslocarmos. Se pretender manter também uma atividade é provável que encontre alguma coisa via a universidade, por uma fração do preço de se inscrever num ginásio ou clube, cá fora.

10. Participar em atividades Erasmus

Em todas as cidades existem inúmeras atividades dedicadas especialmente aos estudantes de Erasmus, organizadas pela própria comissão ou pelas universidades. Podem ser festas, passeios culturais ou visitas a outras cidade e países, mas serão são sempre uma boa oportunidade para conhecer novas pessoas e envolver-se ainda mais na comunidade. Faz parte da experiência.

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Por C-Studio / Cofina Media