A solução para o fim das moratórias A solução para o fim das moratórias

A solução para o fim das moratórias

As moratórias chegaram ao fim. E agora? Prevê dificuldades acrescidas para cumprir com as obrigações? Venha descobrir o crédito consolidado.


Publicado em 14-Out-2021

As moratórias bancárias foram uma tábua de salvação para milhares de famílias durante o período da pandemia, mas essa folga orçamental chegou agora ao fim, e desde o início de outubro que se viram obrigadas a retomar o pagamento das suas prestações.

Infelizmente, para muitas famílias e empresas mais severamente afetadas pela crise, este adeus chegou demasiado cedo, numa altura que que ainda não conseguiram recuperar os seus rendimentos ou estão a braços com problemas de sobre-endividamento. O fim das moratórias está naturalmente a gerar um sentimento de apreensão e de insegurança e, nalguns casos, sérios riscos de incumprimento.

A solução para o fim das moratórias | Unibanco

Felizmente, as famílias não estão totalmente desprotegidas neste período, e o Conselho de Ministros decretou um regime transitório, que obriga inclusivamente os bancos a acompanhamento especial dos seus clientes em maiores dificuldades.

PARI, sabe o que é?

Ao abrigo desse Decreto-Lei aprovado em agosto, os bancos deverão sinalizar os clientes com dificuldades financeiras, apresentando planos e melhorias contratuais para possam fazer face às suas obrigações. Esses planos não podem agravar as condições já contratadas, nomeadamente ao nível das taxas de juro. Esse processo está a ser conduzido ao abrigo do Plano de Ação para o Risco de Incumprimento (PARI), um mecanismo anterior à crise que viu o seu âmbito reforçado. Muitos dos clientes sinalizados já foram inclusivamente contactados, o que significa que o PARI foi acionado.

Paralelamente, e por um período de três meses, as instituições de crédito estão também impedidas de avançar judicialmente nos casos de incumprimento. Uma almofada temporal que se poderá prolongar para lá do final do ano, até aos seis ou dozes meses, pois algumas instituições já anunciaram a sua intenção de o fazer. Esta carência será por vontade e decisão exclusiva dos bancos, logo não pode ser entendida como uma garantia real.

A solução para o fim das moratórias | Unibanco

Já conhece o Crédito Consolidado?

Nos casos de sobreendividamento, com a existência de vários créditos em simultâneo que obrigam a malabarismos mensais, a solução passa, muito provavelmente, pela criação de um crédito consolidado. Este instrumento financeiro consiste no abatimento dos créditos anteriores num único, obviamente que em condições mais vantajosas e com uma mensalidade reduzida.

Peguemos num exemplo em concreto, no caso a família Silva, que ainda deve 9 000 euros de um crédito automóvel, pelo qual paga uma prestação de 292 euros. Pediu mais tarde um crédito pessoal de 4 000 euros, quando a filha mais velha foi estudar para os Países Baixos, em Erasmus, pelo qual paga 207 euros. E depois têm a dívida do cartão de crédito, que lhes retira mensalmente 200 euros ao orçamento. Tudo somado, os Silva devem 17 000 euros, com uma responsabilidade mensal de 699 euros. Valor que retira uma fatia considerável ao bolo do orçamento familiar.

Ao consolidar os três créditos de diferentes instituições num único, os Silva vão conseguir baixar consideravelmente essa prestação. Foi essa a conclusão que chegaram depois de analisar várias ofertas no mercado e de terem optado pelo UNIBANCO, onde vão ficar a pagar apenas 345 euros, e por um empréstimo de 20 000 euros. Isso permite uma folga considerável e ainda ficam com 3 000 euros extra para renovar finalmente os móveis da sala. 

A solução para o fim das moratórias | Unibanco

O que explica uma diferença tão grande?

O crédito consolidado não é obviamente uma solução milagrosa, e a diferença não se explica apenas por uma melhoria nas taxas de juro. Foi necessário aumentar também a duração do prazo do empréstimo, mas será esta diferença que permitirá fazer face a todas as responsabilidades.

Os Silva optaram pelo crédito consolidado Unibanco também pela facilidade com que todo o processo de consolidação de créditos se realiza, e porque assim nem sequer necessitam de mudar de banco. Também não tiveram quaisquer encargos associados, e ainda lhes foi dada a oportunidade de contratar um seguro de proteção financeira, por apenas mais 12 euros por mês. Um valor pequeno para a tranquilidade de estarem a salvo de quaisquer imprevistos. Recomendamos, por isso, que consulte todas as vantagens e condições do Crédito Consolidado Unibanco.

O fim das moratórias é um período de natural apreensão, mas, como vimos, não só existem garantias de proteção como meios financeiros aos quais podemos recorrer para evitar entrar em incumprimento.

Por C-Studio / Cofina Media