As melhores séries a chegar a uma televisão perto de si As melhores séries a chegar a uma televisão perto de si

As melhores séries a chegar a uma televisão perto de si

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Da Netflix à RTP, não faltam estreias absolutas e novas temporadas de séries famosas que não vai querer perder. Para assistir sozinho ou bem acompanhado.


Publicado em 21-Jan-2022

Eu, Georgina, Netflix

“Chamo-me Georgina Rodriguez, tenho 27 anos, e há cinco anos a minha vida mudou”. E mudou, claro, porque conheceu Cristiano Ronaldo. Replicando a mesma fórmula de sucesso de outros reality shows, como as Kardashians, Eu, Georgina acompanha a vida íntima, privada (e luxuosa) da companheira do nosso Cristiano. Um guilty pleasure ao qual, não vale a pena negar, ninguém vai conseguir resistir.

Discovery of Witches, HBO

Há quem não saiba, mas parece que convivemos diariamente com bruxas, vampiros e lobisomens, perfeitamente integrados no meio de nós. Durante séculos estes seres viveram numa espécie de paz forçada – e segregada – entre eles, mas agora a relação de Diana – uma bruxa com potencial para se tornar muito poderosa – e Matthew − descendente da mais importante família de vampiros – colocou tudo essa situação em causa. Nesta terceira temporada, o casal vai continuar a sua pesquisa pelo Book of Life, o livro que tudo pode mudar, na esperança de o conseguir fazer antes dos seus inimigos. Esta temporada segue também o último livro da trilogia All Souls, de Deborah Harkness, e o desfecho promete ser épico.

Crimes Submersos, RTP

Devido a um período de seca extrema no sul da Península Ibérica, algumas povoações que haviam sido inundadas há décadas para dar lugar a barragens voltaram a emergir das águas. É o caso de Campomediano onde, nas ruínas de uma das casas, são descobertos dois esqueletos com evidências de terem sido vitimas de um crime. A inspetora espanhola Daniela Yanes (Elena Rivera) vai assumir o caso e acordar velhos fantasmas nesta que é, também, a primeira coprodução entre a RTP e a RTVE. Estas ligações transfronteiriças televisivas têm dado bons frutos – veja-se o caso de Auga Seca – e Crimes Submersos tem certamente um elenco para manter a fasquia alta: Marco D’Almeida, Guilherme Filipe, Margarida Marinho, Miryam Gallego, Miguel Ángel Muñoz e Soraia Chaves, entre muitos outros.

As We See It,  Amazon Prime Video

As We See It é, provavelmente, a primeira série de televisão a mostrar o mundo do ponto de vista de pessoas que sofrem de autismo. A série, brilhantemente escrita, segue um grupo de amigos, todos no espetro do autismo, que se esforçam por fazer novas amizades ter sucesso nas respetivas carreiras profissionais, apaixonar-se e, basicamente, viver como todos num mundo que não está feito para eles.  Sempre com uma dose de humor muito presente, a série vai contribuir para desmistificar preconceitos e promover uma melhor compreensão sobre a pessoas neste espectro. Tudo enquanto nos oferece televisão de qualidade.  

Emily In Paris, Netflix

Os franceses não gostaram muito, mas o resto do mundo adorou esta comédia que acompanha uma jovem americana a trabalhar como relações-públicas em Paris. Cheia de clichés, claro, razão pela qual os franceses a criticam tanto, Emily é sobretudo uma série de televisão bem-disposta, que nos deixa mais felizes ao final de cada episódio. E apesar de Emily já estar um pouco mais à vontade com os costumes franceses, continua a lutar para ter sucesso na agência, apesar da chefe, e navegar num triangulo amoroso entre a sua primeira amiga francesa e o namorado dela, o charmoso chef de cozinha. Clichés, nós avisámos…

Euphoria, HBO

Depois de se tornar um ídolo entre os mais jovens – com as séries juvenis da Disney, Zendaya está agora a fazer uma transição perfeita para o mundo adulto − esta Euphoria é disso o melhor exemplo, pois a sua interpretação de Rue Bennett, uma jovem e perturbada adolescente norte americana é digna de todos os elogios – e já lhe valeu inclusivamente um Emmy para melhor interpretação dramática. Na última temporada Rue parecia ter entrado num caminho de redenção, mas nos novos episódios vamos rapidamente perceber que não é bem assim… Sexo, drogas e redes sociais num retrato preocupante, mas talvez muito real, de uma escola do secundário norte-americana.

Ozark, Netflix

De um “modesto” início como família suburbana em Chicago, até chegarem a mestres do crime nas Ozarks, é difícil imaginar uma família com mais voltas e reviravoltas do que a dos Byrde. E agora que começa a quarta temporada podemos seguramente esperar mais algumas, até porque esta marca, também, o capítulo final da saga. Como será o epilogo? Será que os Byrde se conseguirão salvar ou terão finalmente de pagar pelas suas ações?

The Gilded Age, HBO

Do mesmo criador de Downtown Abbey, The Gilded Age transporta-nos agora para o novo mundo, no momento em que começaram a surgir as primeiras grandes fortunas nos Estados Unidos. A luta entra as “velhas” e as “novas” famílias da sociedade nova iorquina, com extensão em Newport Harbor durante o verão são o ingrediente fulcral para mais uma extraordinária série de época.

Snowpiercer, Netflix

No mundo de “amanhã”, o planeta ficou gelado e os únicos sobreviventes vivem embarcados num comboio em perpetuo movimento. Mas enquanto lutam pela sua sobrevivência – e pela esperança de um dia poderem sair do comboio − lutam também pelo seu lugar numa nova sociedade. Um microcosmo distópico, cheio de grandes atores como Sean Bean, Jennifer Connolly ou Daveed Diggs.

A subscrição das plataformas de streaming como a Netflix, HBO ou Amazon Prime Video, entre outras, é feita de forma online e implica um pagamento que também ele é feito digitalmente, por intermédio, por exemplo, de um cartão de crédito. Nesse sentido, pode aproveitar o cartão de crédito UNIBANCO, que tem também uma adesão 100% digital, não tem anuidade e ainda oferece um programa de cashback que permite reaver até 200 euros nas compras realizadas durante o primeiro ano. E esse valor inclui os pagamentos destas subscrições.

Por C-Studio / Cofina Media

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